Tourou Nagashi | Lanternas Navegantes

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Tourou Nagashi é um ritual religioso tradicional do Japão. Em sua tradução literal significa “lanternas navegantes”.

Trata-se de uma cerimônia budista realizada na época de finados, em homenagem às almas dos antepassados. No Japão, as datas podem variar de acordo com o local e finalidade, por exemplo, em Hiroshima acontece em meados de agosto e é dedicado às vitimas da bomba atômica.

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As lanternas contém uma vela e são soltas em um rio ou mar com o nome da família e quem a dedicou. Para os japoneses, a água é um símbolo de purificação.

No Brasil, o ritual teve início na cidade de Registo/SP, em 1955. (Leia a história completa aqui)

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Primeiramente é rezado uma missa (em japonês) por um obosan (padre budista), onde todos os nomes são falados. Após a missa todos se dirigem ao local de soltura das lanternas.

Confira nosso vídeo do 35º Tourou Nagashi, realizada pela Acecar – Associação Cultural e Esportiva de Carlópolis, no dia 29 de outubro de 2016.

Ps* um dia após a cerimônia, todos os “barquinhos” feitos de madeira e papel são recolhidos.

Fontes:
Alternativa
Turismo Carlópolis

 

 

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Você sabia?! Myrtha existiu!!!

Pois é, a Myrtha do ballet “Giselle” existiu!
E tinha nome e sobrenome: Frau Troffea!
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Não, ela não foi a primeira a fazer o papel de Myrtha!

Troffea começou uma espécie de ‘epidemia de dança’ em Estrasburgo no ano de 1518, dançando ininterruptamente durante dias… Incitando, logo depois, outras pessoas a fazerem o mesmo, chegando a aproximadamente 400 pessoas em um mês! Acredita-se que muitas delas morreram de exaustão, derrame ou ataque cardíaco…

“O historiador John Waller (“A Time to Dance, A Time to Die”) – que se aprofundou neste tema a partir de anotações de médicos, sermões e crônicas locais – acredita que a “epidemia de dança” seja resultante da histeria e do medo provocados pela miséria, num ambiente de muitas crenças e misticismos. Um contexto de grandes privações precedeu o frenesim dos franceses: doenças como sífilis, varíola e hanseníase, fome pela perda de colheitas e mendicância generalizada. Outros historiadores chegaram a considerar que a epidemia de dança poderia ter outras motivações, como a contaminação por fungos. […]” [InDancingsShoes]

1146703_507942032607894_1923630653_nInspiração ou só coincidência, este evento lembra muito o segundo ato de Giselle, mas de um jeito mais espectral… onde as Willis (espíritos de moças que morreram antes de se casar) e Myrtha (a rainha de todas elas), materializam-se ao anoitecer em busca de vingança, fazendo com que todos os homens que passam pela floresta dancem até a morte!

Fotos: Cia Brasileira de Ballet (Giselle – Junho 2013 – Teatro Sesc Palladium, BH/ Fotógrafo: Rodrigo Buas)

5 Coisas de Lalá!

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Nunca aprendi a assoviar!
É gente, eu tento! Juro que tento, mas não consigo aprender a assoviar! HAHAHA

rosas_vermelhas_larroh Não gosto de ganhar flores!
Ok! Tem horas que parece que sou muito melodramática e romântica.
Sou sim, às vezes. Mas não do tipo que pensa o dia todo só nisso! Uma prova? Eu nunca gostei de ganhar flores! ¬¬
Não é por nada em específico, sempre gostei de rosas vermelhas, mas eu morro de dó de ver aqueles buquês enoooormes que você sabe que dali três dias estará todo murcho…
Paola Bracho_larroh Irmã gêmea!
Sempre achei legal quem tinha uma irmã gêmea e sempre quis ter uma! Daquelas que tem a boa e a má, sabe?! Na verdade, acho que nem é a irmã em si. Deve ser a minha bipolaridade interior que eu queria poder extravasar! Mas já que não sou atriz, tenho que ser apenas uma! E eu devo ser a irmã boa, porque gente boazinha só se ……!
palhaco_larroh Eu odeio Palhaços!
Caraaa, eu odeio palhaços! Principalmente aqueles que ficam na rua atazanando todo mundo! Me irritam demais! E dão medo também… Não sei se foi porque eu cresci, ou porque quando era pequena comprei um palhaço “do capeta” sem saber! rs… Ele tocava música e balançava a cabecinha quando a gente dava corda nele.
O problema é que ele começava a fazer isso no meio da noite, sem ninguém ter mexido, do N-A-D-A! Meeeedooo! D= kkkkkkkk
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Tentei ser ambidestra!
Quando estava no ensino médio, comecei a treinar a escrever com a mão esquerda (tentativa frustrada para estimular o outro lado do cérebro e ser mais inteligente! Kkkkk). Tava até escrevendo de um jeito que “dava pra entender”… Mas agora, tem dias que começo a fazer coisas com a mão esquerda sem perceber. O.o’
Depois de um booom tempo que percebo que estou com ‘dificuldades’ de fazer algo, porque não estou usando a “mão boa”!! xDD

Aprendendo História da Arte com Robert Langdon

Eu adoro histórias!
Principalmente aquelas que fervilham curiosidades em nossa mente, e nos fazem querer ler mais e mais! Sendo elas verdadeiras ou só ficção.

monalisa

Quando assisti “O Código da Vinci”, eu havia acabado de concluir o ensino médio, e fiquei pensando como seria mais interessante e mais fácil de associar todas aquelas obras e artistas se houvessem algumas “curiosidades” e “teorias intrigantes” sobre eles.

THE DA VINCI CODE

Se Dan Brown usou teorias conspiratórias ou não, não sabemos…
Mas é uma maneira de chamar a atenção de alunos que não se interessam por História da Arte, pois alguns dados e nomes são autênticos! (Deve ser por isso que o livro te convence que tudo aquilo pode ser real! rs)

Existe até um site francês (Veja aqui!) que mostra alguns lugares de Paris, e compara com as escritas pelo autor.

E mesmo que não passe de ficção, que sirva pelo menos para despertar curiosidade e interesse sobre Arte!

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Apesar da grande repercussão negativa sobre questões religiosas, acho interessante pensar que Leonardo da Vinci e outros pintores de sua época pintavam uma ‘mensagem’ oculta, que está ali, na sua frente.

E é assim que o livro ou o filme deve ser entendido; simplesmente como uma arte! Não como uma afronta à Igreja ou ao que você acredita! Divergências de ideias e pensamento sempre vão existir! 😉

capela rosslyn

No livro “O Código da Vinci” você descobrirá o significado: do sorriso da Monalisa, a Linha Rosa de Paris, a Pirâmide Invertida do Louvre, além de se interessar mais por simbologia e até capelas antigas!!! xD


Curiosidade:
Existe outro livro bem parecido que se chama “The da Vinci Legacy” de Lewis Perdue, 1983. Dizem que “O Código da Vinci” é meio que ‘inspirado’ nesse livro…rs

Leia também sobre “O Símbolo Perdido”!

😉